TADZIA MAYA
Tadzia de Oliva Maya é uma das co-fundadoras da i-Motirô, jornalista (Uerj 2005) e mestre em Desenvolvimento Sustentável (UFRRJ 2013). É professora de Português (UCAM 2009) e vem se formando como educadora na Pedagogia Griô há alguns anos. A paixão pela educação já a levou até um estágio na Escola da Ponte, em Portugal, em 2010. No Brasil, realiza um trabalho de educação popular e comunitária desde 2009 na comunidade rural de Aldeia Velha, município de Silva Jardim, interior do estado do Rio. Já escreveu artigos para livros sobre os bens comuns, as sementes crioulas e as tecnologias livres. Atua em coletivos de mulheres, de agroecologia e de economia solidária, como comunicadora, educadora e captadora de recursos. É guardiã de sementes e ativista na Rede Internacional Sementes da Liberdade (http://semillasdelibertad.net/), tendo representado o Brasil em encontros no Equador (2015) e no México (2016). Desde fevereiro de 2017 está na vice-presidência da associação de moradores do seu bairro. Também é mãe, ama a vida na roça e trabalha alquimias caseiras com a produção de tinturas, sabões e sabonetes ecológicos.

 

ADRIANO BELISÁRIO 
Adriano Belisário atua há mais de 10 anos em iniciativas ligadas à apropriação tecnológica para mudanças sociais, tanto em organizações da sociedade civil, quanto na academia e no poder público.  É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Como jornalista, colabora com a Agência Pública e foi editor da edição online da Revista de História da Biblioteca Nacional. Organizou e publicou os livros ‘Copyfight’, ‘Tecnomagia’ e ‘Economias Subversivas’. Atualmente, também é membro da Escola de Dados no Brasil.

 

TATIANA WELLS
Filha da diáspora colonial. Pesquisadora, escritora diletante, produtora de ações e eventos nos intersticios da arte, midia e tecnologias livres, festivais e laboratórios como Mídia Tática Brasil (2003), Submidialogia (2004-2010) e IP:// (Rio de Janeiro, 2004-2014) midiatatica.info. Tem interesse na história da net e apropriações midiáticas decoloniais como contação de histórias, rádio livre, mídia independente e cartografias feministas. Trabalhou dois anos como Implementadora Social junto ao Ministério das Comunicações ensinando software livre para educação em escolas públicas, comunidades indígenas, assentamentos e áreas rurais de todo o Brasil. Colaborou também com artistas em Arquivos Táticos (2019) – cartografia visual e laboratório feminista, e mimosa (2009) mídia móvel sociedade anônima – reciclagem de hardware e estética nômade. Tem como eixo de mundo a vila de Pipa no litoral potiguar. Atualmente co:laboradora junto ao projeto Nijra e imotiro e é candidata a Phd na Universidade de Liverpool com a pesquisa “Digitofagia SubXamânica: imersões em 20 anos de arquivos e práticas táticas no Brasil”. Neste blog sementeia solidariedade solid.noblogs.org.

 

CRISTINA RIBAS

Trabalha como artista, pesquisadora e não muito frequentemente como curadora. Concebe projetos entre estética e política, pesquisa militante e análise institucional, e mais recentemente feminismos. Tem pesquisado e criado a partir de ‘vocabulários políticos’, também a partir de jogos teatrais e improvisação. Concebeu a plataforma online Desarquivo.org para livre uso em 2011. Desde 2017 se engajou na pesquisa em forma de arquivo e cartografia Arquivos Táticos junto de Giseli Vasconcelos e Tatiana Wells <http://midiatatica.desarquivo.org/>. Faz parte da Red Conceptualismos del Sur desde 2008. Atualmente é pós-doutoranda no PPGAV Instituto de Artes da UFRGS (Bolsa CAPES PNPD). É PhD em Art no Goldsmiths College University of London com bolsa Capes Doutorado Pleno (2017), mestre em Artes Visuais no PPG do Instituto de Artes da UERJ, Rio de Janeiro (2008) e bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS (2004). Fez parte da ong Amigos da Terra Brasil entre 1997 e 2002, e ajudou na construção dos Fóruns Sociais Mundiais em Porto Alegre em 2001 e 2002, nos anos subsequentes engajou-se na realização dos Acampamentos da Juventude do FSM (2003 e 2005).